REGIMENTO INTERNO


REGIMENTO INTERNO DO INSTITUTO LAÇOS DE SOLIDARIEDADE

1.DO INSTITUTO LAÇOS DE SOLIDARIEDADE
1.1. O Instituto Laços de Solidariedade é uma instituição sem fins lucrativos, filantrópica e de direito privado, com sede em Joinville – SC.
1.2. O Instituto Laços de Solidariedade é uma instituição interdenominacional, baseada em princípios cristãos, porém não está vinculada a uma denominação específica.
1.3. O Instituto tem como sua missão a Promoção da Assistência da Saúde Integral.
1.4. O Instituto tem como visão, tornar-se uma referência em excelência na Assistência Integral de Assistidos pelos Programas Sociais, bem como também no Treinamento de Voluntários, atravessando fronteiras.
1.5. O Instituto tem como princípios:
1.1.1.A solidariedade, acreditando que o trabalho voluntário e a doação espontânea das pessoas podem prover os recursos humanos, materiais e financeiros para auxiliar ao próximo.
1.1.2.O bem estar integral para todos, acreditando que o ser humano deve ser auxiliado a obter o seu bem estar integral tanto nas necessidades físicas, emocionais, sociais e espirituais, independente de condição social, idade, sexo, profissão, ideologia política ou credo religioso. Acreditamos que juntamente com o governo, a sociedade civil organizada e os cidadãos socialmente responsáveis devam auxiliar as pessoas na busca desse bem estar integral.
1.1.3.A valorização da vida, acreditando que por mais graves que sejam os problemas materiais, físicos, emocionais, sociais ou espirituais de uma pessoa, sempre valerá a pena lutar pela vida.
1.1.4.Capacitação, acreditando que pessoas solidárias possam e devam ser capacitadas para exercer atividade voluntária com competência.
1.1.5.O exemplo Cristão, acreditando que devemos seguir o exemplo solidário de Cristo, que nos ensinou a Amar e a Servir ao Próximo.
1.1.6.Responsabilidade e Ética, Acreditando que a Ética, o Sigilo, o Respeito ao próximo e a Responsabilidade são as bases para um trabalho solidário eficaz.

2.DO REGIMENTO INTERNO
2.1. O presente Regimento Interno tem por finalidade estabelecer diretrizes, normatizar as atividades do Instituto Laços de Solidariedade.
2.2. Este regimento poderá ser alterado ou complementado em Assembléia Geral, visando o bom andamento do Instituto.
2.3. Esse regimento se aplica ao Conselho Fundador, Diretoria Geral, Conselho Fiscal, profissionais ou leigos, voluntários e/ou contratados.

3.DOS MANTENEDORES
3.1. Á partir de 01/01/2010 O Instituto conservará um Livro de Mantenedores onde é registrada toda e qualquer doação feita, contendo data e nome dos mantenedores.
(a)Este livro é de livre acesso aos mantenedores.
3.2. Todos mantenedores têm acesso, para verificação, aos livros contábeis do Instituto.
3.3. Para toda e qualquer contribuição financeira, de pessoa física ou jurídica, é emitido um recibo numerado e assinado pelo Presidente e/ou Tesoureiro do Instituto.
3.4. Não são tornados públicos nomes, quantias ou objetos de doação com objetivo de promoção pessoal, profissional ou política.

4.DA ÉTICA
4.1. São princípios éticos a serem seguidos por todos no Instituto:
4.1.1.Respeitar a vida privada e a dignidade da pessoa;
4.1.2.Respeitar as convicções ideológicas, religiosas e culturais;
4.1.3.Guardar sigilo sobre assuntos confidenciais;
4.1.4.Usar de bom senso na resolução de assuntos imprevistos, informando os respectivos responsáveis;
4.1.5.Vestir-se com decoro, de acordo com o desempenho de suas funções de atendimento e,
4.1.6.É definitivamente proibido a qualquer pessoa portar ou fazer uso de tabaco, bebidas alcoólicas ou de qualquer tipo de psicotrópico nas dependências do Instituto.

5.DOS VOLUNTÁRIOS
5.1. Todo trabalho prestado no Instituto Laços de Solidariedade deve ser de livre e espontânea vontade ou como pena alternativa, sem qualquer interesse próprio, visando apenas o princípio cristão do amor ao próximo.
5.2. Um processo de Seleção, Recrutamento e Treinamento de Voluntários é realizado com objetivo de atingir, com qualidade, as finalidades estatutárias e implantar uma equipe interdisciplinar, a qual atue nas diversas frentes de trabalho e atividades.
5.2.1.Uma estratégia de seleção e recrutamento deve ser criada para captação de recursos humanos em estabelecimentos de ensino, empresas, instituições religiosas e outros.
5.2.2.A Seleção e triagem são realizadas através dos cadastros de acordo com a profissão, habilidades e/ou experiência do candidato.
5.2.3.Os cadastros selecionados são analisados pelo Coordenador de Voluntários.
5.2.4.A visibilidade do Instituto se dará pelos seguintes meios: site, boletim eletrônico e divulgação em palestras, eventos e mídia em geral.
5.2.5.A missão, visão, valores e planejamento estratégico dos projetos são apresentados aos voluntários através de recursos multimídia de maneira que todos possam se identificar com a causa e cumprindo os objetivos dos projetos.
5.2.6.Os pré-requisitos mínimos para admissão da primeira fase são:
a)Crer em Deus e na Bíblia Sagrada como Sua palavra;
b)Conhecer a visão de aconselhamento através da Cura Interior
c)Identificação com a causa social;
d)Amor incondicional;
e)Responsabilidade;
f)Postura e ética;
g)Sigilo;
h)Motivação;
i)Disposição interna e externa e,
j)Equilíbrio emocional.
5.2.7.A documentação necessária para efetivação é a seguinte:
a)Foto 3×4;
b)Cópia do RG e CPF;
c)Cópia de Comprovante de Endereço e,
d)Assinar o Termo de Adesão e Ética.
4.2.8.Todos voluntários passam por um treinamento da seguinte forma:
a)Capacitação;
b)Qualificação e,
c)Reciclagem de acordo com a necessidade.
4.2.9.Os voluntários treinados participam de encontros semanais de forma contínua, objetivando a integração, interação e avaliação. Os encontros serão da seguinte forma:
a)Dinâmicas de integração;
b)Oficinas temáticas e,
c)Decisões administrativas e informes.
4.2.10.Os voluntários passam por uma fase de estágio com duração de 3 (três) meses, acompanhando e auxiliando nos projetos, tendo ao final, uma avaliação e entrevista para efetivação oficial ou não do mesmo no quadro do Instituto.
4.2.11.O voluntário, após 3 (três) meses de efetivação, poderá receber a camiseta oficial do Instituto, o crachá de identificação, podendo assim participar de movimentos sociais e eventos alusivos aos programas institucionais, bem como captar recursos mediante um ofício de apresentação do Instituto carimbado e assinado.
4.2.12. O voluntário mediante apresentação formal do Presidente ou Secretário poderá representar o Instituto nas esferas governamentais, conselhos, comissões, fóruns e demais eventos; objetivando a formação de rede, controle social e visibilidade institucional.
4.2.13.O voluntario ao completar 12 (doze) meses de efetivação recebe o Selo de Amigo Voluntário de fidelização na instituição.
4.2.14.O voluntário após completar 12 (doze) meses da efetivação poderá se candidatar para eleição de qualquer cargo ou função na diretoria.
5.3. São direitos dos voluntários:
5.3.1.Desenvolver um trabalho de acordo com os seus conhecimentos, experiências e motivações;
5.3.2.Ter ambiente de trabalho favorável e em condições de higiene e segurança;
5.3.3.Participação das decisões que dizem respeito ao seu trabalho e,
5.3.4.Receber apoio no desempenho do seu trabalho com acompanhamento e avaliação técnica.
5.4. São deveres dos voluntários:
5.4.1.Atuar de forma gratuita e incondicional
5.4.2.Atuar com profissionalismo, humanidade, eficiência e eficácia nas tarefas solicitadas e,
5.4.3.Contribuir para o desenvolvimento e progresso da Instituição como um todo.
5.5. É vedado aos voluntários e outras pessoas:
5.5.1.Receber qualquer tipo de gratificação ou doação em nome do Instituto;
5.5.2.Utilizar o nome ou trabalho do Instituto para angariar fundos ou espécies diversas sem autorização da Presidência e,
5.5.3. Qualquer tipo de envolvimento com os assistidos.
5.6. O voluntário deve ter assiduidade e pontualidade nos compromissos assumidos, devendo sempre:
5.7.Comparecer no Instituto nos dias e horários combinados;
5.7.1.Em caso de impedimento em cumprir um compromisso, deve informar o Coordenador de Voluntários antecipadamente e,
5.7.2.Quando o voluntário e/ou Mantenedor por livre e espontânea vontade quiser se desligar da equipe, favor Comunicar o seu desligamento pessoalmente e por escrito para o Presidente.
5.8.O voluntário que tiver 3 (três) faltas em um ano sem a devida justificativa por escrito com antecedência ou até 24 (vinte e quatro) horas após a reunião, o integrante será desligado da função que exerce entrando na categoria de “abandono de responsabilidades”.
5.9.Todo e quaisquer problemas, seja pessoal e/ou de trabalho, deverá ser levado para o superior imediato e o Conselheiro do Instituto de Solidariedade.
5.10.Todo problema suspeito de prejudicar a imagem do Instituto e/ou do grupo com um todo será levado em reunião para a equipe de Conselheiros e Diretoria para dar andamento as devidas soluções e/ou pareceres.
5.11. Todos os voluntários lutarão pelo respeito, pela moral e pela imagem do Instituto Laços de Solidariedade, em todos os sentidos no que diz respeito a representar o Instituto dentro e fora da entidade.
5.12.O voluntário que descumprir este regimento interno poderá ser desligado em Assembléia Geral, convocada para esse fim.
5.13.O Instituto Laços de Solidariedade não faz qualquer tipo de discriminação na seleção de seus voluntários, desde que os indivíduos se encaixem neste Regimento Interno.

6.DA ASSISTÊNCIA
6.1. O objetivo do tratamento implica no aprendizado de um novo modo de vida aos assistidos, livre do álcool e das drogas e no desenvolvimento de sua espiritualidade.
6.2. Todo indivíduo que vier a solicitar atendimento nesta entidade e que sofra de algum tipo estigma, preconceito e/ou descriminação por orientação sexual, dependência química, portador do HIV/doente de Aids tem direito ao sigilo absoluto quanto às suas informações íntimas e pessoais.
6.3.Os integrantes do Instituto laços que vier a infringir o sigilo absoluto dos casos do item acima, poderão ser enquadrados na forma da lei por: perdas e danos morais, caso denuncia da própria pessoa. Alerta a ética ministerial na qual a lei salvaguarda retirando o direito se outrem seja: pessoa física ou jurídica, obrigando-o na quebra de sigilo.
6.4. O processo de triagem é feito da seguinte forma:
6.4.1.Entrevista com o assistido e familiares;
6.4.2.Preenchimento do Cadastro de Assistência e,
6.4.3.Entrega de uma lista de exames, documentos e material de uso pessoal necessário.
6.5.Do Encaminhamento externo:
6.5.1.De acordo com o perfil do assistido feito na triagem, este poderá ser encaminhado para o serviço de rede assistencial da cidade:
a)Rede hospitalar;
b)Comunidades Terapêuticas;
c)Albergues;
d)Casas de apoio e outros.
6.6.Para a admissão na Casa de Apoio, faz-se necessário:
6.6.1.Apresentação dos documentos;
6.6.2.Exames e avaliação médica;
6.6.3.Lista de materiais de uso pessoal;
6.6.4.Leitura e assinatura do regimento interno da Casa de Apoio e,
6.6.5.Submeter-se a uma revista no momento da admissão.
6.7. São normas a serem seguidas para a permanência do assistido no Instituto:
6.7.1.Deve submeter-se ao regime disciplinar determinado e corresponder com a avaliação e evolução em seu comportamento;
6.7.2. Cumprir a escala de tarefas dos residentes na Casa-Lar.
6.7.3.O uso e posse de dinheiro não são permitidos durante a primeira fase;
6.7.4.Toda e qualquer contribuição financeira ao Instituto por parte de familiares, amigos e outros, deve ser feita mediante recibo assinado pelo Presidente ou Tesoureiro.

7.DO PROGRAMA DA ASSISTÊNCIA INTEGRAL
7.1. O programa de Assistência Integral do Instituto Laços de Solidariedade se desenvolve em 3 (três) áreas: Corpo, Alma e Espírito. Acreditamos no Ser Humano como tri-dimensional.
7.1.1.Corpo: através da educação e orientação de hábitos saudáveis que visem uma melhoria permanente na qualidade de vida.
7.1.2.Alma: Aconselhamento visando o “Tratamento da Cura Interior”. Trabalhando a Auto-estima, Identidade Própria, Auto-Aceitação, Perdão, Amor Incondicional (Através dos Passos da Cura Interior, apostila integrante do Material de Treinamento para formação de Conselheiros do Instituto Laços de Solidariedade).
7.1.3.Espírito: levando o indivíduo ao fortalecimento da fé e confiança em Deus, como também a um resgate de valores espirituais, através da Leitura, meditação e Reflexão da Bíblia (A Palavra de Deus) e Oração.
7.2. Para cada assistido é aberta uma ficha de controle onde constam as informações do andamento do tratamento, onde somente a equipe de conselheiros pode ter acesso.
7.3. O desempenho do assistido na realização de suas atividades, como também seu comportamento e relacionamento com os demais, são constantemente avaliados e registrados, no Livro de Ocorrências.
7.4. É obrigatório a todo o assistido:
7.4.1.Não receber visitas nos primeiros 30 (trinta) dias;
7.4.2.Respeitar os horários determinados;
7.4.3.Participar de todas as atividades e períodos durante o programa de recuperação e,
7.4.4.Respeitar e obedecer todos os monitores e Liderança.
7.5. Para o bem-estar integral dos assistidos trabalharemos em prol da formação de uma equipe interdisciplinar (Pastor, Psicólogo, Terapeuta Ocupacional, Advogado, Pedagogo, Enfermeiro, e outros profissionais de acordo com a disponibilização no quadro de voluntários ou contratados).
7.5.1.O Atendimento se dará de forma:
a)Individual;
b)Grupo de Auto-ajuda e,
c)Atendimento aos familiares de forma individual ou em grupo.
7.5.2.Atividades em grupo realizadas pela equipe do Instituto destinada aos assistidos e familiares, tais como:
a)Jogos;
b)Dinâmicas;
c)Discussão de texto;
d)Livros;
e)Filmes e,
f)Músicas.
7.6. A Assistência Integral baseia-se no incentivo de hábitos da vida saudável, tais como:
7.6.1.Alimentação balanceada;
7.6.2.Higiene pessoal;
7.6.3.Saúde do corpo;
7.6.4.Repouso e,
7.6.5.Incentivo ao exercício físico

8.DA REINSERÇÃO SOCIAL
8.1. A etapa de Reinserção Social do assistido está dividida em três fases:
8.1.1.Acolhimento:
a)Nesta fase trabalha-se a educação e a orientação para uma melhoria de qualidade de vida adotando práticas de hábitos saudáveis de vida e,
b)Disciplina de horários, cuidado com pertences, participar de escalas de tarefas para manutenção, limpeza e ordem na casa de apoio.
8.1.2.Reflexão de Valores e Princípios:
Parágrafo único -Nesta fase trabalha-se relacionamento; trabalho em equipe; Resgate da espiritualidade; Tratamento da “Cura Interior”.
8.1.3.Autonomia:
8.1.3.1.Trabalha-se a educação vocacional e para o trabalho:
a)Oficinas profissionalizantes;
b)Artesanato e,
c)Cursos Técnicos.
8.1.3.2.Legalização de toda documentação e,
8.1.4.Encaminhamento para o mercado de trabalho.

9.DO AFASTAMENTO OU DESLIGAMENTO
9.1. O assistido poderá ser desligado das seguintes formas:
9.2. Por avaliação da equipe, dado sua a autonomia;
9.3. Por livre e espontânea vontade, mas para isso deve informar ao Presidente do Instituto;
9.4. Por descumprimento das normas disciplinares da Casa de Apoio;

10. DO PATRIMÔNIO
O patrimônio do Instituto é constituído de bens móveis, imóveis e equipamentos adquiridos e doados.

11.DOS EQUIPAMENTOS, MATERIAIS EDUCATIVOS E LIVROS
11.1.Todo e qualquer material deve ser numerado e ou carimbado.
11.2.Nos equipamentos devem ser colocadas placas numeradas e nominais para identificação de que é patrimônio do Instituto.
11.3.Os livros de empréstimos devem ser catalogados, carimbados e registrados quanto a saída e ou devolução dos mesmos em fichas com cadastro da pessoa que o recebeu.
11.4.O prazo para permanência de material de empréstimo será de 15 dias podendo ser prorrogado por mais de 15 dias a pedido e devidamente registrado.
11.5.O atraso na entrega do material de emprestimo implicará na doação de um livro para a entidade e no caso de perda reposição do Livro emprestado;
11.6.Material Informativo Técnico não sairá da sede da entidade. Podendo usá-lo para pesquisa e leitura na própria instituição;
11.7.Os materiais educativos e equipamentos não serão emprestados a terceiros e somente o responsável pelo departamento de Treinamento poderá retirá-lo da sede da entidade com autorização do presidente e com o fim precípuo de ministrar palestras em nome do Instituto laços de Solidariedade.
11.8.Toda a arrecadação seja de ordem numerária ou de espécie arrecadados nas palestras será totalmente aplicada na instituição;
11.9.As respectivas pessoas que arrecadarão contribuições sejam elas financeiras e ou gêneros alimentícios e ou materiais de escritório e equipamentos portarão um crachá e um ofício timbrado, carimbado e assinado pelo Presidente ou secretário do instituto;

12.DOS RECURSOS FINANCEIROS
12.1. Constituem fontes de recursos para a manutenção do Instituto:
12.1.1.Mensalidades e contribuições de mantenedores e colaboradores;
12.1.2.Patrocínios diversos, recursos proveniente de suas atividades;
12.1.3.Eventos;
12.1.4.Subvenção Social e,
12.1.5.Convênios.

13.DOS EVENTOS
13.1.A comissão de Evento deve ser composta por:
13.1.1.Coordenador (a);
13.1.2.Vice-Coordenador (a);
13.1.3.Secretário (a) e;
13.1.4.Tesoureiro (a).
13.2.Deverá ser escolhido representantes do grupo, um para exercer coordenação geral (a), um vice-coordenador(a), um tesoureiro(a) um secretário(a).
13.2.
Parágrafo Único -Pessoas que possam acompanhar todos os eventos e também comparecer nos eventos e reuniões.
13.3.São funções do Coordenador (a):
13.3.1.Proporcionar uma perfeita harmonia dentro do grupo, fazendo que os membros de seu grupo sejam informados e participem de todos os eventos;
13.3.2.Elaborar uma listagem completa de tudo que se vai precisar para um evento (Check List);
13.3.3.Apresentar ao Instituto nas reuniões semanais o balanço de todos os eventos e atividades do grupo;
13.3.4.Coordenar o grupo, supervisionar os serviços, acompanhar a realização de eventos, desde a abertura até o seu encerramento;
13.3.5.Nomear um representante para cada área;
Parágrafo Único – Todas as doações não utilizadas, ou seja: brindes, alimentos deverá retornar ao Instituto ou ser destinada a outra similar com autorização expressa do Presidente.
13.3.6.Divulgação:
13.3.7.Efetuar contato com os meios de comunicação, internet, rádio, e-mail, para divulgação do evento.
13.3.8.Confeccionar e distribuir material, informativo, promocional do evento (Panfletos, folder, cartazes, convites, ficha de Cadastro e outros).
13.3.9.Distribuição e vendas dos convites e,
13.3.10.Elaborar estratégias e trabalhos na captação de recursos externos, apoio e patrocínios que ajudem na divulgação do evento.
13.4.São funções do Secretário (a):
13.4.1.Providenciar os Ofícios que deverão ser entregues nas empresas, estabelecimentos e outros, registrados por ordem de numaração e com uma data limite;
13.4.2.Os Ofícios deverão somente ser deixados nos locais de doação, mediante a arrecadação da doação, caso contrário, o mesmo deverá ser recolhido e entregue ao coordenador do evento;
13.4.3.Preparar formulário, protocolo para controle de entrada e saída de Ofícios e,
13.4.4.Organizar e manter em ordem, as instalações, equipamentos e materiais utilizados no evento.
13.5.São funções do tesoureiro:
13.5.1.Captar recursos externos, apoio e patrocínios que ajudem na divulgação do evento;
13.5.2.Providenciar juntamente com outros membros, vendas de convites;
13.5.3.Providenciar pessoa responsável pelo “caixa”, vendas, pagamentos e controles ( convites, rifas, lembrancinhas etc.);
13.5.4.Os convites não entregues ou não prestado contas até na segunda-feira (reunião) da semana que antecede o evento, a pessoa responsável deverá pagar estes convites;
13.5.5.Não serão aceitos convites que não foram vendidos no dia do evento, o Instituto deverá ser ressarcido (pois deixou de vender a outras pessoas, além de perder o controle da quantidade e qualidade da alimentação).
13.5.6.O Instituto não ressarcirá despesas efetuadas sem autorização expressa do Presidente.
13.5.7.Providenciar com antecedência um levantamento da quantidade de convidados para o evento.
13.5.8.Providenciar confecção e vendas de artigos promocionais (lembrancinhas, rifas, docinhos, entre outros.) para arrecadação de recursos.
13.5.9.Administrar os recursos financeiros, referente ao Evento, realizando todos os controles necessários.
13.5.10.Elaborar o balanço final do evento, apresentando a coordenação geral e ao Instituto, o resultado do evento.
13.5.11.Fazer compras necessárias a realização do evento somente com o consentimento do Presidente.
13.6.Recursos audiovisuais:
13.6.1.Providenciar equipamentos;
13.6.2.Auxiliar a preparação do material para adequada utilização dos equipamentos;
13.6.3.Providenciar os recursos audiovisuais necessários a realização do Evento (aparelhagem de som, atrações para o dia, teatro, músicos, slides, músicas entre outros);
13.6.4.Providenciar, fotografias, filmagem de todas as atividades do evento e,
13.6.5.Elaborar um álbum de evento.
13.7.Função da Comissão de Recepção:
13.7.1.Acompanhar a programação diária do evento;
13.7.2.Providenciar a divulgação do local do evento;
13.7.3.Providenciar a sinalização do local do evento;
13.7.4.Organização de acesso do público ao local, onde ocorre o evento;
13.7.5.Recepcionar os convidados;
13.7.6.Prestar informações sobre a programação do evento;
13.7.7.Resolver e tentar solucionar da melhor maneira situações e problemas;
13.7.8.Controlar acesso ao local do evento;
13.7.9.Auxiliar na operação de equipamento durante a apresentação e,
13.7.10.Providenciar motorista com carro disponível no dia (horário).
13.8.São funções do Chef de Cozinha
13.8.1.Supervisionar e administrar a cozinha;
13.8.2.Armazenamento dos alimentos;
13.8.3.Fornecimento de alimentos no Buffet;
13.8.4.Supervisionar a limpeza da cozinha e salão de festas (Lavar louças, panelas, limpar o chão, mesas etc.);
13.8.5.Manter o ambiente em condições perfeitas de higiene e segurança;
13.8.6.Supervisionar, orientar os garçons (os que irão servir as refeições);
13.8.7.Elaborar uma lista dos Ingredientes (compras, doações dos ingredientes);
13.8.8.Preparação dos alimentos.
13.8.9.Formar sua equipe de trabalho e,
13.8.10.Reservar bebidas que serão servidas no evento.

14.DAS DATAS COMEMORATIVAS
14.1.3º Domingo do mês de MAIO: Vigília Internacional em Solidariedade a Vítimas da AIDS.
14.2.26 de Junho, Dia Internacional do Combate às Drogas.
14.3.Agosto – Mês de Aniversário do Instituto Laços de Solidariedade;
14.4.29 de agosto, Dia Nacional de Combate ao Tabagismo – Lei Nº 7.488 de 11/06/1986. 
14.5.1º de dezembro em Dia Mundial de Luta Contra a Aids.

15.DO CONSELHO FUNDADOR
15.1.Com o decorrer da rotatividade da diretoria, formar-se-á o conselho de fundadores.
15.2.Os integrantes deste conselho serão nomeados pelos fundadores ativos do Instituto Laços de Solidariedade.
15.3.A importância da criação deste conselho de fundadores é no que se refere ao andamento do Instituto Laços de Solidariedade, conservando a integridade e a autenticidade da visão legítima da missão do Instituto Laços de Solidariedade.
15.4.Toda e qualquer decisão passará por este conselho para os devidos pareceres.
15.5.Quando acontecer que uma decisão que vier ao conselho for indeferida, retornar-se-á com o devido parecer enquadrando-a dentro da visão do Instituto Laços de Solidariedade.

16.QUANTO A ABERTURA DE FILIAIS
16.1.O Instituto Laços de Solidariedade poderá ser aberto em outras cidades.
16.2.Joinville será a sede nacional. Os próximos serão denominados com a mesma razão social seguida de filial 01, filial 02 e etc seguido do nome da cidade onde está localizado.
16.3.A abertura em outra cidade contará com a cobertura da “Sede Nacional do Instituto Laços de Solidariedade/Matriz/Joinville-SC.
16.4.O Instituto Laços de Solidariedade/Filial 01 em diante se regerá pelo Estatuto e Regimento Interno da “Sede Macional/Matriz/Joinville-SC”;
16.5.O Instituto Laços de Solidariedade/Filial 01 em diante prestará relatórios de atividades e financeiros à Sede Nacional do Instituto Laços de Solidariedade/Matriz/Joinville-SC.
16.6.O mês de Aniversário da Visão do Instituto Laços é no mês de AGOSTO. Não permitir que este mês se passe em branco, seja na Matriz ou nas filiais, pois foi o mês que toda a visão foi recebida.
16.7.A equipe que se levantar em outras cidades para implementação deste projeto como um depto institucional será treinada e monitorada pelos veteranos credenciados da “Sede Nacional do Instituto Laços de Solidariedade/Matriz/Joinville-SC”.

17.DISPOSIÇÕES GERAIS
17.1.Os assuntos não contemplados nesse regimento serão discutidos em reunião da Diretoria.

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